Lixo de Maricá tem tudo para virar caso de polícia

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Fevereiro de 2012, a prefeitura de Maricá, após processo licitatório, assina um contrato de coleta de lixo para 30.000 toneladas com validade de um ano.

Janeiro de 2013, após diversas conversas para prorrogação do contrato, a prefeitura divulga em um jornal de grande circulação, que esta abrindo uma licitação em caráter “emergencial” e que estava rescindindo o contrato com a empresa Thalis Transporte pois ela não coletou o lixo no fim do ano.

A matéria dizia que tentaram ouvir a empresa e que ninguém havia se pronunciado. Dias depois a Thalis divulga nota dizendo que o contrato já havia sido comprido, que foram coletadas até então mais lixo do que as 30.000 toneladas acordadas e que trabalhou em esquema especial no fim de ano, conforme documentos de pesagem da própria prefeitura.

Restam algumas perguntas que a prefeitura deve responder a população, aos vereadores (fiscais da lei), a Polícia e ao Ministério Público estadual, são elas:

1 – Se a Prefeitura de Maricá sabia que o contrato vigente acabaria em fevereiro, porque uma nova licitação (NORMAL) já não estava em andamento?

2 – Porque um contrato “emergencial” se a prefeitura poderia perfeitamente contratar uma empresa pelos trâmites normais das Leis das Licitações?

3 – Se já foram coletados mais lixo do que o que estava no contrato, como a prefeitura espera pagar isso?

4 – (E principalmente) Quais  os interesses se escondem por trás desta manobra?

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