Rio Bonito – Saúde: Centro de Equoterapia de Rio Bonito é referência no estado

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Uma parceria entre as Secretarias de Saúde, Educação e Agricultura tem beneficiado crianças, adolescentes e adultos dos municípios de Rio Bonito, Silva Jardim, Tanguá e Itaboraí com a realização do Projeto Centro de Equoterapia de Rio Bonito, considerado uma referência em todo o estado do Rio de Janeiro. A iniciativa, que é gratuita, teve início em 2007 e dispõe de um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar (saúde, educação e equitação), com o objetivo de estimular em pessoas portadoras de deficiências e (ou) necessidades especiais, o seu desenvolvimento biopsicossocial.

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Foto: Divulgação

 

Ao chegarem ao Complexo Agrícola Anísio Antunes de Figueiredo Filho, localizado no Km 09 da Rodovia RJ 124, no bairro da Prainha, onde acontece o projeto, os praticantes (nome pelo qual são chamados os pacientes, que hoje somam 36, em sua maioria crianças portadoras da síndrome de down, de autismo e paralisia cerebral), são avaliados por profissionais das áreas de fisioterapia, psicologia e fonoaudiologia, e encaminhados ao tratamento necessário, sempre realizado por um mediador (equoterapeuta principal, responsável por estabelecer a linha de tratamento e atender à primeira necessidade do praticante) e um auxiliar lateral (equoterapeuta que atende à necessidade secundária do praticante).

De acordo com a coordenadora do projeto, a fisioterapeuta Letícia Sales, a equipe de trabalho desenvolve atividades que possibilitam a atuação de todos os profissionais envolvidos no tratamento. “Na equoterapia, o terapeuta é o cavalo. Cabe à nossa equipe fazer a mediação entre ele e o praticante, por meio da fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e equitação”, acrescentou a coordenadora. Segundo a fisioterapeuta, durante as atividades, o cavalo anda a passos, e estimula no cérebro do praticante a sensação do andar. “Dessa forma, trabalhamos a conscientização corporal do praticante, que também tem sua autoestima desenvolvida, devido à posição que ocupa em cima do animal”, concluiu.

A equipe do projeto é composta por quatro fisioterapeutas, dois fonoaudiólogos, dois psicólogos, dois equitadores e um auxiliar-guia. As sessões de tratamento são semanais, com duração de 30 minutos e acontecem às terças, quartas e sextas-feiras.

Por Rodrigo Stutz – Assessoria PMR

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