O Ecossistema Apple: Da Revolução do iPhone 15 aos Rumores do Futuro iPhone 17e
A Apple movimentou o mercado recentemente com o lançamento de sua nova geração de smartphones, redefinindo o padrão de seus dispositivos. A família iPhone 15 chegou marcando o fim de uma era ao substituir o tradicional conector Lightning pela porta USB-C. Outra mudança visual expressiva foi a adoção da Dynamic Island em todos os modelos, enterrando definitivamente o antigo entalhe (notch) na tela. Os aparelhos também receberam processadores atualizados e um salto notável na qualidade fotográfica.
O equilíbrio do iPhone 15 e 15 Plus Na versão convencional, o iPhone 15 apresenta uma tela de 6,1 polegadas e um módulo duplo de câmeras que agora conta com um sensor principal de 48 megapixels e uma lente ultrawide de 12 megapixels. O dispositivo é alimentado pelo chip A16 Bionic, herdado da geração Pro do ano anterior, e é vendido em opções de 128 GB, 256 GB e 512 GB. Disponível nas cores preto, azul, verde, amarelo e rosa, ele tem preço sugerido a partir de R$ 7.299 no Brasil, embora o modelo básico já seja visto em varejistas como a Amazon por cerca de R$ 6.569,10.
A variante Plus entrega exatamente a mesma base técnica e as mesmas opções de cores, mas foca no público que prefere displays maiores. Com 6,7 polegadas, o iPhone 15 Plus também leva vantagem na autonomia de energia. Segundo a fabricante, ele suporta até 26 horas de reprodução de vídeo, superando as 20 horas do irmão menor. Seus preços oficiais começam em R$ 8.299, com ofertas no comércio eletrônico na faixa de R$ 7.469,10.
O requinte e a força do Titânio nos modelos Pro Subindo o nível de exigência, o iPhone 15 Pro adota uma carcaça de titânio que confere um aspecto mais premium e dita sua paleta de cores: preto, branco, azul e titânio natural. O aparelho de 6,1 polegadas ganha um inédito botão de ação personalizável na lateral. Por dentro, o chip A17 Pro rouba a cena com suporte a ray tracing, um atrativo de peso para os gamers. Seu conjunto fotográfico triplo soma uma lente teleobjetiva de 12 megapixels aos sensores principal (48 MP) e ultrawide (12 MP). Custando a partir de R$ 9.299 nas lojas da Apple e cerca de R$ 8.369,10 na Amazon, o modelo oferece armazenamento de até 1 TB.
O iPhone 15 Pro Max compartilha grande parte dessas especificações, mas eleva a tela para 6,7 polegadas e aprimora a fotografia com um sistema de tetraprisma, garantindo um zoom óptico de 5x. A bateria também ganha fôlego extra, prometendo 29 horas de reprodução de vídeo. Partindo diretamente de 256 GB de armazenamento, o aparelho mais caro da linha custa a partir de R$ 10.999 no site oficial, com o valor caindo para aproximadamente R$ 9.899,10 em plataformas parceiras.
Atualizações nos relógios inteligentes As inovações da marca também se estenderam aos pulsos dos usuários. O Apple Watch Series 9 preservou o design de seus antecessores, mas foi atualizado com o chip S9. Esse novo componente permitiu a introdução de controles por gestos e o uso de uma tela extremamente brilhante, capaz de atingir 2.000 nits. O Apple Watch Ultra 2 seguiu a mesma lógica de manter a estrutura do ano passado e incorporar o novo processador e os comandos por gestos. Os smartwatches desembarcaram no Brasil custando a partir de R$ 4.999 e R$ 9.699, respectivamente.
O horizonte acessível: o que aguardar do iPhone 17e Enquanto os modelos premium dominam o varejo, as atenções do mercado de vazamentos já se voltam para a ponta mais acessível do catálogo. Faltando apenas uma semana para o evento “Special Experience” da Apple, marcado para o dia 4 de março, crescem as expectativas em torno do anúncio do iPhone 17e. O smartphone será a primeira grande atualização do iPhone 16e, lançado em fevereiro de 2025, prometendo refinamentos técnicos sem abandonar a proposta de preço baixo.
Visualmente, o novo aparelho econômico deve manter grande semelhança com a geração anterior. A estrutura esperada envolve uma tela de 6,1 polegadas, traseira com lente única e opções básicas de cores em preto e branco. Ainda existe certa divergência nas especulações sobre a tela frontal: não está totalmente definido se a Apple manterá o notch antigo ou se finalmente implementará a Dynamic Island nesta categoria. O que parece certo é a ausência de tecnologias de ponta no display. O iPhone 17e deve continuar restrito a uma taxa de atualização de 60 Hz, ficando de fora das animações fluidas do sistema ProMotion de 120 Hz, previsto para toda a linha padrão de 2025. O recurso de tela sempre ativa (Always-On) também não deve dar as caras, já que o painel não atinge o brilho mínimo de 1 nit.
Saltos em conectividade e inteligência artificial Apesar das limitações no visor, o desempenho bruto do dispositivo promete surpreender. O modelo será equipado com o A19, o mesmo chip esperado para a versão padrão do iPhone 17. Desenvolvido em um processo N3P de 3 nanômetros, o componente oferece um ganho de velocidade entre 5% e 10% em relação ao chip A18. Há, contudo, rumores de que a Apple possa utilizar uma versão com clock reduzido para baratear custos.
Esse novo processador traz grandes avanços em inteligência artificial local. Ele conta com uma Neural Engine aprimorada, um novo processador de sinal de imagem e um acelerador neural em cada núcleo da GPU. Considerando que o iPhone 16e possuía uma placa gráfica de 4 núcleos em vez da versão de 5 núcleos dos modelos caros, é provável que a nova geração mantenha essa mesma estrutura simplificada.
As redes móveis também passarão por uma reformulação. O iPhone 17e será equipado com o modem C1X da própria Apple, que garante maior velocidade e eficiência energética. Há fortes indícios de que ele incorpore o chip N1 para Wi-Fi e Bluetooth, garantindo conexões mais rápidas, melhor consumo de bateria e suporte nativo à tecnologia Thread para casas inteligentes.